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sexta-feira, 5 de agosto de 2011

O peixe morre pela boca!

Tem o ditado popular que já diz: "o peixe morre pela boca", e o peixinho da vez tão inocente ou seria “bocão demais”, e sendo muito boca aberta falou tudo que pensava sem meias palavras. É claro que não sabemos qual isca foi usada para essa pescaria ou o que de fato teria motivado o peixe a abrir essa boquinha grande, mas o fato é que ele provavelmente estava com fome e não pensou duas vezes, e abriu o bocão mesmo!

O nome do peixe é Jobim, hoje nos principais jornais foi anunciado a demissão do ministro quer dizer ex-ministro, segundo declarações da presidente a situação ficou insustentável. Após convite da revista Piauí, Jobim rasgou o verbo e como um professor avaliou e deu sua nota para a atuação dos ministros escolhidos por Dilma e sua administração, dizendo que o governo seria um pouco atrapalhado.

Daí eu pergunto e a situação dele, será que ele também sendo do governo Dilma e escolhido por ela, e mais falando tudo isso não se atrapalhou também? Provavelmente não, talvez nossa memória seja igual da dory – filme procurando Nemo – esquecemos rápido demais as coisas

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Estrelas no chão

E naquele dia... ela que até então pensava andar sobre as estrelas viu que na verdade não era nada disso, o que acontecia de fato é que ela estava de pernas para o ar, da mesma forma que o seu mundo.

Nesse instante ela percebeu que muita coisa estava fora do lugar do que ela achava estar guardado a sete chaves, assustada chorou, mas calmamente sentiu o vento bater em suas pernas e  conseguiu tirar um pouco de aproveito de tudo que estava acontecendo, pois sabia que lá no céu ainda não era o seu lugar e que tinha muito para caminhar e crescer na terra. 

sábado, 30 de julho de 2011

Meias mentiras, meias verdades

Pensou tanto, tanto, que ficou confusa e se cansou. Não sabia o que era verdade verdadeira e se ela existia mesmo. Afinal nem mesmo ela era capaz de carregar tamanha mala, pois era muito pequenininha,  e não suportaria o peso.

O que ela faz é pensar... e isso, ah... isso já é muito, pois ela faz demasiadamente, e é o que ajuda a direcionar sempre seus passos. E  assim ela luta para manter seu equilíbrio e ser constante no caminho que escolheu.

No seu caminhar descobriu que muitas coisas já foram verdades e agora se tornaram meias verdades, já que hoje não sejam tão verdades assim, então seria meias mentiras, já que alguma vez elas foram verdades e agora viraram meias verdades? Talvez! Então chegou a conclusão que ninguém mais era mentiroso a partir daquele momento de reflexão, pois cada momento corresponde a sua verdade, e essa sim, seria a verdade única, pelo menos nesse instante!